A dois dias do clássico diante do Vitória, domingo, às 16 horas, na Fonte Nova, o técnico do Bahia Cristóvão Borges reza agora para não ter imprevistos. Isto porque, ontem, o comandante tricolor manteve a mesma formação vista um dia antes, na quarta. Ele já tem as soluções para os desfalques no meio-campo.
(Foto: Eduardo Martins | Ag. A Tarde)Além de Wallyson e Hélder, a presença do volante Feijão, que substitui Fahel (suspenso), está selada. Aos 19 anos, Antônio Filipe Gonzaga de Aquino fará seu debute como titular.
Formado na categoria de base do tricolor, Feijão, como é conhecido, atuou, até agora, em três partidas. Todas como reserva. Ansioso, revela agora sentir “um friozinho na barriga” ao falar sobre a chance de ser titular pela primeira vez na Fonte Nova.
“Aos 19 anos, jogando no Brasileirão pelo Bahia, na Fonte Nova… estão passando um monte de coisas na minha cabeça agora”, revela o garoto criado na base tricolor.
Por sinal, Feijão espera corresponder à altura todo o carinho da torcida. “Sei da minha dificuldade passada na divisão de base e o carinho da torcida. Vou mostrar raça, qualidade e dedicação para sair com o triunfo”, promete o volante.
Apesar de ser um clássico e o atual retrospecto do mesmo ser totalmente favorável ao Vitória – que, em 2013, venceu três Ba-Vis (5×1, 2×1 e 7×3) e empatou um (1×1) -, Feijão diz não temer o rival.
“O clima hoje é outro. Outro campeonato, outra história. O Baiano é passado e agora é focar para sair com o triunfo”, afirmou, confiante.
Por fim, revelou que o tricolor não fará esquema especial de marcação para o artilheiro da Série A, Maxi Biancucchi, com seis gols.
“Não tem marcação individual, não. Até porque, não só tem Maxi. Tem Cajá, Escudero, etc. Vamos marcar por zona mesmo”, concluiu.
Por Diego Adans/A Tarde


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