Até a pausa para a Copa das Confederações foram três triunfos e um empate, que levaram o Vitória à segunda colocação do Campenato Brasileiro. Depois do retorno da competição, o Leão não mostrou o mesmo futebol e conseguiu somente nove dos 24 pontos disputados e caiu para a oitava posição na tabela.
(Foto: Fernando Amorim | Ag. A TARDE)E nesta quarta-feira, 14, às 21h, o time recebe a embalada Ponte Preta para voltar a apresentar o futebol das primeiras rodadas e continuar vivo na briga pelo G-4.
Diante de sua torcida, onde segue invicto no torneio, o rubro-negro vai jogar para quebrar um tabu que existe desde 1978: o Vitória nunca venceu a Macaca na história do Brasileirão.
Os times têm um histórico de 12 confrontos no torneio, com oito vitórias da Macaca e quatro empates. Desde a implantação do sistema de pontos corridos, em 2003, foram somente quatro duelos, com dois empates e dois triunfos dos paulistas – ambos no Barradão.
O tempero a mais para o duelo é o poder de fogo das equipes. Os dois artilheiros do campeonato (William, com nove gols, e Maxi Biancucchi, com oito) estarão em campo e são as apostas das equipes para sair com o resultado positivo.
O Leão tem 19 pontos e está a dois do Corinthians, primeira equipe dentro do G-4. A Macaca tem 15 pontos e segue em 13º, a três pontos da zona da degola.
Cheio de desfalques
Com mais de meio time entregue ao departamento médico (seis jogadores no total), Caio Júnior teve que montar um verdadeiro quebra-cabeças para escalar o time que vai a campo nesta quarta-feira.
Sem os dois homens da lateral esquerda (Tarracha e Mansur estão entregues ao departamento médico), o treinador vai promover a estreia do jovem Euller. Além disso, Nino Paraíba voltou a sentir dores no púbis e Gabriel Paulista segue improvisado na lateral direita.
O zagueiro/lateral seria mais um desfalque por conta da negociação com o Villareal-ESP, mas vai encarar a Ponte e deverá fazer seu jogo de despedida com a camisa do Leão.
No meio campo, Caio continua sem Escudero e Leílson, também se recuperando de lesão. Camacho segue na armação com Renato Cajá.
Michel foi cortado por opção técnica e Luís Alberto retorna ao time titular. Dinei também não tem condições de jogo e Rômulo terá a segunda chance para mostrar serviço como referência no ataque.
Na tarde de terça, 13, Caio recebeu mais uma má notícia. O artilheiro Maxi Biancucchi sentiu o músculo adutor da coxa e não treinou. Ele ainda será avaliado pelos médicos antes da partida para saber se tem condições de jogo.
Boa fase
Empolgado com as atuações recentes – somente uma derrota nas últimas sete partidas – e contar com a boa fase do artilheiro William, a Macaca chega a Salvador com somente duas mudanças em relação ao time que venceu o Criciúma, em casa, no último domingo.
Ferron irá entrar no miolo da zaga e Diego Sacoman será deslocado para a lateral esquerda. Régis voltar a ser opção no banco de reservas. A outra mudança é o retorno de Baraka, que cumpriu suspensão contra o Tigre e formará dupla à frente da zaga com Uendel.
O meia Ramírez ainda segue treinando com a seleção peruana e Chiquinho continua como cérebro do time no meio campo, municiando Rildo Everton Santos e William no ataque.
Alguns membros do elenco da Macaca conhecem bem o adversário dessa quarta. O técnico Paulo César Carpegiani antecedeu Caio Júnior no comando técnico do Leão antes de sair do time no final de 2012. Fernando Bob, Rildo e William também atuaram recentemente com a camisa do rubro-negro.
Vitória x Ponte Preta – 14ª rodada do Campeonato Brasileiro 2013
Local: Estádio Manoel Barradas (Barradão), em Salvador
Data: 14 de julho de 2013 (quarta-feira)
Horário: 21h
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR)
Assistentes: Marcio Eustáquio S. Santiago (MG) e Neuza Ines Back (SC)
Vitória: Wilson, Gabriel Paulista, Victor Ramos, Gabriel Paulista e Euller; Luís Alberto, Cáceres, Camacho e Renato Cajá; Maxi Biancucchi (Vander) e Rômulo. Técnico: Caio Júnior.
Ponte Preta: Roberto, Artur, César, Ferron e Diego Sacoman; Baraka, Uendel e Chiquinho; Everton Santos, Rildo e William. Técnico: Paulo César Carpegiani.
Por Diego Barreto/A Tarde


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