O primeiro tempo no Serra Dourada foi terrível. Para Cristóvão Borges, a frouxidão na marcação foi fundamental para explicar o fracasso em campo
(Foto: Correio da Bahia)“O Bahia foi apático tanto no primeiro como no segundo tempo. Não deu pra fazer nada”. A frase de Feijão retrata um pouco o que o tricolor fez na derrota por 3×1 pro Goiás.
O primeiro tempo no Serra Dourada foi terrível. Dois chutes no gol e três bolas no fundo da meta defendida por Omar. Para Cristóvão Borges, a frouxidão na marcação foi o fator fundamental para explicar o fracasso em campo.
“O primeiro tempo foi muito ruim. Marcamos dando muita distância para os jogadores mais criativos deles. Eles, com a qualidade que têm, souberam aproveitar tudo isso”, disse o treinador.
Neto foi expulso com nove minutos do segundo tempo. Apesar de estar com um a menos, o tricolor ganhou fôlego e passou a atuar melhor. “A equipe cresceu porque conseguimos reorganizar, mesmo com dez. A entrada do Souza ajudou a segurar a bola no ataque, o que não aconteceu no primeiro tempo. Mesmo com um a menos, conseguimos ter uma boa posse de bola e seguramos a equipe do Goiás”, completou Cristóvão.
Preocupado
A derrota deixou o Bahia a quatro pontos da degola. Zona intermediária na tabela, em 12º com 36 pontos, que preocupa o comandante tricolor. “Temos que vencer para que a nossa situação fique mais tranquila”.
O problema é que o próximo jogo será novamente fora de casa. A delegação tricolor não retorna para Salvador e segue hoje mesmo para o Rio de Janeiro. Antes, o time treina em Goiânia para o duelo de quarta, contra o Flamengo.
Por Correio da Bahia


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