Graças a receitas extraordinárias como a arrecadação extra do Programa de Parcelamento de Dívidas para Empresas (Refis), o governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e INSS) registrou um superávit de R$ 28,8 bilhões em novembro, o maior da história.
De janeiro a novembro, o Brasil acumulou um superávit primário de R$ 62,4 bilhões. Este esforço fiscal foi R$ 2,2 bilhões maior que o verificado no mesmo período do ano passado.
Nos últimos doze meses, a economia para pagar juros representa 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB). É o segundo melhor desempenho da serie.
- Quando falamos que a gente ia cumprir a meta de R$ 73 bilhões (para o governo central), estava absolutamente correto – afirmou o secretario do Tesouro, Arno Augustin.
-O resultado de dezembro será um resultado de dois dígitos. Será um resultado forte.
A meta inicial do governo para todo o setor público (que inclui estados, municípios e empresas estatais) era acumular o equivalente a 3,1%. Em meados do ano, o governo informou que a nova meta seria 2,3% do PIB. Mas já admitiu que dificilmente faria esse resultado.
Por O Globo



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