Após goleada deste domingo diante do CSA-AL, técnico do Bahia diz que não é prudente acelerar preparação de irmãos Biancucchi e paraguaio Wilson Pittoni.
Após a partida deste domingo, diante do CSA-AL, na estreia pela Copa do Nordeste, a luz de alerta acendeu entre os torcedores do Bahia. Com a goleada de 4 a 1 sofrida para o time alagoano, a torcida logo questionou a qualidade da equipe baiana e a disponibilidade de reforços que podem ser importantes, como os irmãos Maxi e Emanuel Biancucchi, além do volante paraguaio Wilson Pittoni.
(Foto: Thiago Pereira)Ao sair de campo, o técnico Marquinhos Santos comentou a preparação dos gringos para entrar em campo. Apresentados na última semana, os jogadores ainda precisam de tempo para ter condições de estrear. Para o treinador tricolor, é preciso respeitar todas as etapas na preparação dos novos atletas.
- Tem que ter paciência. Não podemos acelerar esse processo, até porque lá na frente podemos sofrer com isso. Não podemos acelerar o planejamento em relação a esses jogadores – ponderou Marquinhos Santos.
Questionado sobre a contratação de um centroavante de referência, o treinador não se fez de rogado e admitiu que o Bahia precisa de um jogador da posição.
- Tem que ter. É uma necessidade. Tendo a presença do camisa nove, faz com que tenhamos uma estrutura melhor de jogo – disse.
À procura de um centroavante, o Tricolor não fecha os olhos para outras posições. Além do camisa 9, o clube procura ainda um meia que possa usar a camisa 10, guardada para um ‘grande reforço’ que estaria por vir.
Durante a semana, o Bahia lançou uma campanha para chamar o torcedor ao programa de sócios: o tal meia prometido vai chegar quando o Tricolor atingir a marca de 30 mil associados ou apenas no segundo semestre da temporada.
Por Bahia/Globo Espote.com


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