A votação do projeto que cria um marco civil da internet, com direitos e deveres de usuários e provedores, pode ser novamente adiada. Durante uma reunião que tomou toda a manhã de hoje (11), líderes da base aliada do governo decidiram ceder ao pedido de algumas legendas que querem mais esclarecimentos sobre pontos do texto.
(Foto: Divulgação)“O PSD e alguns partidos consideraram que é melhor a gente aprofundar o debate do que ter pressa e errarmos. Se for necessário vamos apresentar PECs para serem votadas. O que nao vai acontecer é a câmara nao votar”, garantiu o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Outro ponto da matéria que impede que o projeto avance é o princípio da neutralidade da rede, que garante acesso de usuários a qualquer tipo de conteúdo sem privilégios.
O PMDB, maior crítico do trecho, decidiu não participar do encontro de hoje.
O marco civil da internet tramita em regime de urgência a pedido do próprio governo. Por falta de consenso não foi votado no ano passado, trancando a pauta da Câmara desde outubro.
A previsão da Casa é que o texto voltasse ao plenário no início da tarde de hoje (11). Diante da nova postura da base aliada, a votação ficará a cargo do colégio de líderes que reúne também os representantes de oposição.
Por Agência Brasil


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