Denúncias de irregularidades levaram o Ministério Público do Trabalho a pedir a interdição do prédio do Samu de Itabuna, no bairro Jardim Vitória. Segundo o procurador Ilan Fonseca, o imóvel não oferece condições adequadas.
O Samu funciona em instalações provisórias, enquanto a sede, nas Nações Unidas, no centro, passa por reformas. Na mesma ação, o MPT denunciou a falta de equipamentos de proteção individual para os mais de 50 profissionais.
Os profissionais chegam a gastar cerca de R$ 500 para adquirir macacões e botas para trabalhar no Samu. Há mais de dois meses, um médico decidiu parar de atender a chamados de rua por falta de equipamento de proteção.
O município culpa uma empresa que venceu licitação para fornecer os equipamentos individuais. A concorrência foi feita em 2012. Acordos teriam sido feitos, mas não foram cumpridos pela empresa, conforme a prefeitura.
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Por A Região



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