A Justiça do Trabalho condenou a Cesta do Povo a pagar indenização a 13 funcionários das lojas de Itabuna. Foram mais de R$ 44 mil, pagos na segunda-feira. O valor refere-se a correções de acordos salariais de convenções coletivas.
Eles foram desrespeitados pela Ebal – Empresa Baiana de Alimentos, nos governos de César Borges e Paulo Souto, entre 1997 e o início de 2007.
Alegando que sua sede fica em Salvador, a Ebal, que controla a Cesta do Povo, se negava a pagar triênios e percentuais de reajuste definidos pelo patronato e sindicato dos comerciários de Itabuna.
De acordo com o presidente do Sindicato dos Comerciários, Gilson Araújo, a empresa entendia que o percentual de reajuste para os funcionários de Itabuna deveria ser o mesmo do estabelecido na capital baiana.
Esse não foi o entendimento do Sindicato nem da Justiça, que determinou o pagamento da correção dos reajustes. A Cesta do Povo havia perdido em primeira instância, há dois anos, entrou com recursos e perdeu.
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Por A Região



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