Presidente Dilma deve optar entre 3 nomes; aprovação cabe ao Senado. Foram indicados desembargadores da Bahia, Campinas e São Paulo.
Por JusBrasil
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) apresentou nesta segunda-feira (15) três nomes para compor a lista de indicações para preenchimento de uma vaga de ministro da corte. A relação será encaminhada à presidente Dilma Rousseff, que tem o poder de indicar um candidato para ser submetido à aprovação do Senado.
Foto: TSTOs nomes escolhidos foram do desembargador Cláudio Mascarenhas Brandão, do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (Bahia), do desembargador Lorival Ferreira dos Santos, da 15ª Região (Campinas) e de Jane Granzoto Torres da Silva, da 2ª Região (São Paulo). A votação foi secreta e teve 17 candidatos.
O cargo no TST está vago desde maio deste ano, após aposentadoria do ministro Horácio Senna Pires. O nome escolhido por Dilma deverá passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e também pelo plenário da Casa. A exemplo dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o cargo é vitalício, com aposentadoria compulsória aos 70 anos.
A sessão extraordinária do TST que escolheu a lista tríplice foi encerrada por volta de 17h50 desta segunda-feira. A relação dos nomes, segundo assessoria de imprensa do tribunal, só deverá ser entregue à presidente Dilma na terça-feira (16). O Planalto informa que ainda não recebeu a lista.
Currículos
O desembargador Lorival Ferreira dos Santos é mestre em Direito Processual Civil e tem especialização em Direito das Relações Sociais. Natural de Clementina (SP), fez graduação em Ciências e em Direito, segundo informações da assessoria do TST.
A juíza do TRT 2ª Região Jane Granzoto Torres da Silva iniciou sua carreira pública em 1983, no cargo de auxiliar judiciário, segundo informou o TST. Dez anos depois, a paulistana tornou-se juíza presidente da 14ª Vara do Trabalho de São Paulo. Ingressou no TRT em 2004.
O baiano Cláudio Mascarenhas Brandão atuou como juiz em Salvador, Sergipe e Piauí. De acordo com assessoria do TST, em 1989 foi presidente da Junta de Paulo Afonso, interior do seu estado e ingressou quatro anos depois na 15ª Vara de Trabalho de Salvador. Em 2004, tornou-se desembargador da 5ª Região.


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