O protesto já foi feito, a população já foi informada do descaso com o patrimônio público, mas, como dizia a música dos Novos Baianos, “acabou chorare”.
Agora é trabalhar e mostrar ao que veio. Além disso, a Praça Manoel Novaes que, há mais de 16 anos pena esperando uma reforma, não pode continuar com esses entulhos, sucatas e ferros-velhos.
Chegou a hora de arrumar a casa. Depois do “marketing” inicial, vamos às ações. Afinal, os veículos parados na praça estão causando poluição visual, atrapalhando o trânsito e impedindo o estacionamento de quem circula pela cidade.
Chorar o leite derramado não vai adiantar mais nada. Esse “cemitério de carros” tem que ter um único destino: o ferro-velho e pronto.
Por José Carlos Assunção Novaes


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