Em disputa com Cristiano Ronaldo e Iniesta, argentino deverá quebrar novo recorde na história. Cerimônia da Fifa pode premiar até seis brasileiros
Se o imenso favoristimo se confirmar, Messi irá faturar a sua quarta Bola de Ouro, também a quarta seguida (apenas em 2009, na primeira conquista, a premiação da Fifa e a da France Football não eram alinhadas).
(Foto: Editoria de Arte/Globoesporte.com)Ele deixará para trás o brasileiro Ronaldo, os franceses Michel Platini e Zinedine Zidane, e os holandeses Johan Cruyff e Marco van Basten, que por três anos foram eleitos os melhores do mundo, seja pela entidade (desde 1991) ou pela renomada revista francesa (desde 1956).
Dentre os destacados, apenas o atual presidente da Uefa conquistou a Bola de Ouro da “France Football” três vezes em sequência (1983, 1984 e 1985), quando defendia o Juventus, da Itália, além da seleção francesa. Já Ronaldo Fenômeno, que estará presente na cerimônia em Zurique e revelou ter votado em Messi, levou o prêmio da Fifa em 1996, 1997 e 2002 – nos últimos dois anos também faturou pela revista francesa.
Lionel, Cristiano e Andrés
Se a premiação é individual, o argentino é justamente o preferido entre as casas de apostas pelos seus feitos particulares. Em um ano em que o Barcelona levantou apenas um troféu (a Copa do Rei), o camisa 10 do Barcelona estabeleceu novas marcas – a principal delas ao superar Gerd Müller e anotar incríveis 91 gols em 69 jogos, brilhando também pela Argentina, como no amistoso contra o Brasil, em junho, quando marcou três vezes.
Cristiano Ronaldo, por sua vez, aposta justamente no oposto. Campeão da Supercopa da Espanha e do Campeonato Espanhol – com direito a golaço decisivo no Camp Nou -, o craque português ainda levou seu país até a semifinal da Eurocopa. O sonho do título – e muito provavelmente também da nomeação de melhor do mundo – parou na disputa de pênaltis contra a campeã Espanha.
É aí que entra Andrés Iniesta. Coadjuvante de Messi no Barcelona, o meio-campista ganhou notoriedade por ter sido o craque da competição na Polônia e Ucrânia, além de ter sido eleito o melhor jogador europeu da temporada 2011/2012 em eleição da Uefa.
Na ocasião, Iniesta subiu ao palco juntamente a Messi e Ronaldo e levou o prêmio. Agora, numa votação com treinadores e capitães das 209 seleções filiadas à Fifa, além de outros 49 jornalistas escolhidos pela “France Football”, as chances do espanhol parecem minimizadas pelo talento do maior jogador da atualidade.
Por GLOBOESPORTE.COM/Zurique, Suíça


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