Aposta baiana, rotas da Fonte Nova têm mais problemas que soluções

6/mar/2013 . 10:49


GLOBOESPORTE.COM caminha pelos trajetos para pedestres indicados pelo governo e vê graves falhas no suposto ‘diferencial’ de Salvador

Em um cenário onde a mobilidade urbana ainda é um fantasma, Salvador terá medidas alternativas (e paliativas) para fazer o público chegar até a Arena Fonte Nova. A cidade terá quatro rotas turísticas para pedestres, que saem de diferentes pontos. Os roteiros partem de regiões vizinhas a cartões postais da capital e de parques especiais de estacionamento estrategicamente localizados. Diretora de Mobilidade Urbana da Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Sedur), Ana Cláudia Nascimento ressalta que o projeto é focado na mobilidade de pessoas e não de veículos.

arena fonte nova

Foto: Elói Corrêa / Governo da Bahia / Divulgação

O Projeto de Rotas de Pedestres para acesso à Nova Arena Fonte Nova foi concebido com o propósito de requalificar as calçadas situadas nos trajetos entre os estacionamentos, estações de metrô e outros pontos geradores de viagens a pé até a Arena Fonte Nova. Com ele, busca-se empregar as diretrizes para acessibilidade, com especial atenção ao deslocamento das pessoas e não dos veículos – disse Ana Cláudia ao GLOBOESPORTE.COM.

As obras da construção de dois viadutos com acesso direto à Fonte Nova, mais vias de escoamento de tráfego e das quatro rotas de pedestre tiveram o investimento de R$ 20 milhões, feito pelo governo estadual. No texto do projeto, o governo promete uma requalificação das calçadas em todos os trechos das rotas e instalação de novos equipamentos urbanísticos, além de uma sinalização completa para maior acessibilidade. Entre as intervenções prometidas, estavam o alargamento dos passeios, com faixa livre em concreto lavado, pisos táteis no centro desta faixa, sinalização e colocação de pedra portuguesa na faixa de serviço. Segundo a diretora de mobilidade da Sedur, a requalificação seria o principal “diferencial” dos caminhos recém-criados.

Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, Ana Cláudia entrou em detalhes sobre a obra.

Em cada rua contemplada, uma de suas calçadas será dividida em duas faixas de uso: passeio e faixa de serviços. O passeio destina-se ao deslocamento dos pedestres, onde será refeito em concreto, receberá sinalização tátil para pessoas com deficiência visual e todos os obstáculos hoje existentes serão retirados, vindo a constituir uma faixa livre para circulação. A faixa de serviços, situada entre o passeio e o meio fio, se destina ao acolhimento de equipamentos, como postes, telefones públicos, lixeiras, etc. Para acesso de pessoas com restrição de mobilidade serão instaladas rampas ou faixas elevadas em todos os pontos de entrada e saída de pedestres – garantiu a diretora da Sedur.

De acordo com o projeto, as rotas 1 e 2 partem da região portuária, a cerca de 3 km da Arena, enquanto a rota 3 sai da estação de metrô de Brotas, a pouco mais de 1 km do estádio. A rota 4 tem origem em um estacionamento de São Raimundo, que fica a cerca de 2 km da praça esportiva.

No entanto, a aposta do governo baiano tem problemas visíveis. Em dois dias, o GLOBOESPORTE.COM foi às ruas e fez o trajeto das quatro rotas propostas. Apesar de divulgadas, as intervenções urbanísticas, como requalificação das calçadas e sinalização para maior acessibilidade, são vistas apenas em pontos isolados: nas proximidades da Arena Fonte Nova e da região portuária de Salvador. Na maioria das rotas, não houve qualquer tipo de requalificação. Muitas das vias têm calçadas destruídas e que colocam em risco os transeuntes. Problemas de sinalização e acessibilidade também foram notados pela reportagem (assista ao vídeo acima).

A justificativa dada pela Sedur é simples. Segundo a diretora da autarquia, as obras das rotas foram iniciadas apenas em dois pontos: justamente nas regiões portuária e próxima ao estádio. As reformas foram iniciadas em outubro do ano passado, de acordo com o site oficial do Governo do Estado. Agora, quatro meses depois, Ana Cláudia Nascimento diz que houve uma paralisação nas obras e assegura que os trabalhos estão sendo retomados. No entanto, durante os dias de visita do GLOBOESPORTE.COM às rotas e até o dia de publicação desta matéria, nenhum operário foi visto trabalhando nos locais.
A quantidade de detalhes a serem ajustados nestes caminhos é grande. E, ainda assim, a Secretaria garante que tudo estará concluído na Copa das Confederações, que será realizada em junho deste ano.

Entretanto, o secretário de Comunicação do Governo do Estado tem um prazo diferente em mente: Robinson Almeida assegura que as construções no entorno da Arena Fonte Nova estarão finalizadas no dia da inauguração do estádio, 7 de abril. Tais obras, realizadas pela Conder (Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia), incluem dois viadutos prontos dentro de um mês, alargamento das vias na região da Arena e as rotas para pedestres citadas pela reportagem.
- As obras do entorno estarão concluídas junto com o estádio – disse o secretário no último dia 28, em entrevista coletiva na Arena Fonte Nova.

Diferencial baiano: para bem e para o mal

Antes da visita do GLOBOESPORTE.COM aos locais definidos como rotas, o governador Jaques Wagner havia avaliado os trajetos do projeto. Em janeiro deste ano, o governador afirmou que as rotas seriam um atrativo a mais para Salvador. Segundo ele, o projeto facilitaria a recepção de um tipo diferenciado de visitante: o que chega por meio de transatlânticos.

Isso só a gente tem. O turista vai descer no Porto, andar um quilômetro e meio, e vai chegar no estádio. Nenhuma outra cidade sede tem isso que nós temos. Essas rotas vão trazer muita gente que estará chegando nos transatlânticos. É um estádio cravado no coração, bem no meio da cidade – disse o governador.

A localização da arena, neste caso, é um diferencial positivo, uma vez que a facilidade para a chegada dos torcedores sempre foi um fator que jogou a favor da Fonte Nova. Situada na região central da capital baiana, a antiga Fonte Nova recebia uma considerável quantidade de espectadores que chegavam a pé, partindo de suas casas. No entanto, o fato de estar cravada no coração de vias extremamente movimentadas é um fator negativo. O trânsito para chegar até a arena sempre fez o torcedor passar dificuldades – o que pode ser melhorado com as novas intervenções.

Diante do que é constatado nas ruas da capital baiana hoje, se o cenário atual se mantiver, o turista que chegar a Salvador por via marítima e optar pelas rotas 1 e 2 para chegar ao estádio da Fonte Nova terá problemas. Seguindo o trajeto apresentado pelo governo do estado, o turista verá calçadas reformadas, alargadas e com piso tátil apenas na região entre o Terminal Náutico e o Mercado Modelo. Depois disso, nenhuma qualificação é vista pelo trajeto indicado. Para ter acesso à cidade alta, o visitante que seguir a rota terá que escolher entre o Elevador Lacerda e o Plano Inclinado Gonçalves, fechado constantemente por problemas de manutenção. Na Cidade Alta, os caminhos, apesar de centrais, não possuem melhoria alguma – o que só é visto na região do Campo da Pólvora, já a poucos metros do estádio.

O observatório baiano da Copa do Mundo 2014 descreve como decepcionantes os trajetos propostos. Membro do grupo, o arquiteto Piero Carapiá acredita que as rotas foram mal executadas e critica os prazos para a conclusão das obras.

Estas rotas de acessibilidade já deveriam ter sido concluídas em dezembro de 2012 pelo seu cronograma original. Recentemente, nossa equipe foi registrar as rotas no entorno da Arena Fonte Nova e a decepção foi visível. O que foi feito estava mal executado e, em alguns pontos, já está danificado, além de irregular aos padrões de acessibilidade, a exemplo de algumas rampas e trechos de piso tátil – disse Carapiá.

A diretora da Sedur admite que, em alguns trechos onde a requalificação já foi feita, a obra foi mal executada. Segundo Ana Cláudia Nascimento, o problema é uma questão de ocupação e cidadania. Uma lei municipal prevê que donos de estabelecimentos comerciais são responsáveis pela conversação das calçadas, mas isso não se comprova na prática.

As grandes dificuldades estão relacionadas ao tipo de ocupação. Grande parte é área de comércio antigo da cidade, com soleiras em vários níveis e nível do asfalto das ruas mais elevado do que as calçadas. É um serviço quase que artesanal, com situações diferentes a cada 2 metros, não permitindo estabelecer uma linha de produção. Quanto aos trechos que se encontram destruídos, os serviços não foram aceitos pela equipe de fiscalização do Estado e deverão ser refeitos. A questão da responsabilidade das calçadas pelo morador ajuda bastante, mas é uma questão de entendimento e mudança de atitude – disse a diretora de Mobilidade da Sedur.

Mas Piero Carapiá vê mais problemas nas rotas. O arquiteto não crê que os trajetos sejam suficientes para suprir as necessidades de acessibilidade durante as Copas das Confederações e do Mundo. Ele ainda destaca que é fundamental que outras dificuldades das regiões que compreendem as rotas sejam resolvidas.

A reforma do Porto é uma ideia interessante, mas pouco ajudará se for mantida como uma intervenção pontual. É exageradamente otimista pensar que algumas rotas de pedestre superarão os problemas de acessibilidade, segurança e infraestrutura de bairros como o Comércio e outros no Centro Antigo de Salvador. Por enquanto é o que temos – disse Carapiá.

A rota passo a passo

A rota 1 tem início do Terminal Náutico de Salvador em direção à Arena Fonte Nova. Este trajeto sai da Avenida da França, passando pela Rua da Bélgica, Mercado Modelo, Praça Municipal, Ladeira da Praça, Baixa dos Sapateiros e Ladeira de Santana, antes de passar pela Rua Santa Clara e chegar no trecho final da Avenida Joana Angélica, nas proximidades da Arena.

Globoesporte.com analisa:

O porto ainda recebe obras, que ainda devem estar em curso durante a Copa das Confederações. Diante da rotina de construção civil, problemas vistos em algumas calçadas podem ser relevados. Ainda assim, a maioria das calçadas apresenta bom estado de conservação. No final da Avenida da França, é possível notar intervenções de qualificação nos passeios, já alargados e com pista tátil. No Mercado Modelo, as condições das vias para pedestre também estão boas.

No entanto, o que chama atenção é algo que acontece em praticamente todas as ruas que passaram por requalificação. As melhorias nas calçadas acontecem apenas em um lado da rua. Por exemplo, na região do Mercado Modelo, no lado esquerdo, sentido Comércio, a calçada foi reformada e apresenta um bom estado. Já no lado oposto do mesmo Mercado Modelo, a calçada apresenta sinal de desgaste, com buracos e pedras soltas.

Do tradicional ponto turístico da capital, o pedestre deve pegar o Elevador Lacerda, em direção à Cidade Alta. Na parte de cima de Salvador, a situação muda de figura. Na descida da Ladeira da Praça, nenhuma intervenção é vista. Calçadas irregulares e, até o momento, nenhuma sinalização compõem o cenário. Na Baixa dos Sapateiros, a situação é pior. Buracos nas calçadas, pedras soltas, água empoçada e, mais uma vez, nem sinal de operários ou obras à vista. Na Ladeira de Santana, o filme se repete: buracos e calçadas deterioradas. A situação só muda na Rua Santa Clara, quando é possível perceber o alargamento das vias, a qualificação das calçadas e o início do piso tátil.

Com isso, o que se pode ver é uma rota sem as prometidas melhorias e que precisa ver repensado um plano de segurança, uma vez que passa por uma região conhecida por focos de violência e pela presença de usuários de drogas.

A rota número 2 começa na Avenida de França, passa pela Avenida Estados Unidos, Rua Miguel Calmon, Calçadão do Plano Inclinado Gonçalves, Praça da Sé, e Municipal, onde encontra com a rota 1.

Globoesporte.com analisa:

Assim como a rota 1, este trajeto também parte do região portuária da cidade. A principal diferença é que, em vez do Elevador Lacerda, o caminho usado para chegar na Cidade Alta é o Plano Inclinado Francisco Gonçalves. Na Avenida Estados Unidos, os problemas se repetem: calçadas esburacadas e passeios desnivelados. Em diversos trechos, o local apresenta um estado de conservação satisfatório, mas não em decorrência de qualquer tipo de intervenção por conta do projeto das rotas. Situação semelhante à da Rua Miguel Calmon.

Na estreita Rua Francisco Gonçalves, a calçada fica menor, mas com os mesmos problemas das vias anteriores até chegar ao calçadão do Plano Inclinado Gonçalves. O calçadão tem estado satisfatório, apesar de algumas pedras soltas. O problema maior desse trecho deve ser mesmo o teleférico que faz o trajeto entre a Cidade Baixa e a Cidade Alta. O equipamento passa por reparos constantemente devido a problemas técnicos. No momento da visita do Globoesporte.com, por exemplo, o plano inclinado estava fechado para reparos.

Já na Cidade Alta, na Praça da Sé, a situação é uma das melhores. Calçadas largas e em excelentes condições até a chegada à Praça Municipal, quando encontra o começo do problemático trecho da linha 1 prestes a descer a Ladeira da Praça.

A rota 3 sai da estação Brotas do metrô e passa pela Rua Frederico Costa, desce a Ladeira do Penino até a Arena.
Globoesporte.com analisa: mais curta das rotas, o trajeto deve ser pouco usado na Copa das Confederações, já que não há expectativa de operação da linha 1 durante a competição. Saindo da estação, o visitante tem acesso à Rua Frederico Costa por escadarias. Pessoas com dificuldade de locomoção devem ter problemas para acessar o estádio por este caminho. Além disso, a pista tátil enfrenta obstáculos como postes (que já deveriam ter sido retirados) no meio do caminho. Por fim, o visitante tem acesso à Fonte Nova através da ladeira do Pepino, até o momento sem melhorias nos calçadões.

A rota 4 parte do estacionamento de São Raimundo passando pela Praça da Piedade, pela Avenida Joana Angélica e ladeira da Fonte das Pedras até chegar ao estádio.

Globoesporte.com analisa:

A rota quatro parte de um estacionamento localizado no Centro de Salvador. Já na calçada do local é possível notar a degradação causada pelo tempo e pela falta de manutenção. No caminho em direção à Praça da Piedade, mais ruas desniveladas e nem sinal da prometida requalificação e implantação de aparelhos de acessibilidade. Rampas de estabelecimentos comerciais, grades de isolamento em prédios públicos, pisos seculares de igreja e buracos fazem parte do caminho até a chegada na Avenida Joana Angélica. Na longa via, os mesmos problemas vistos nas outras três rotas: desnível, buracos e ausência das prometidas obras. Só é possível ver as intervenções na chegada ao Campo da Pólvora, já nas proximidades da Arena Fonte Nova. Na Ladeira da Fonte das Pedras, trecho final das rotas 1,2 e 4, o terreno está nivelado e recebendo intervenções dos operários do estádio.

Intervenções no trânsito e ruas mais largas

Durante as Copas do Mundo e das Confederações, as comitivas oficiais e demais convidados da Fifa terão vias de circulação exclusivas em direção ao estádio. Um novo sistema viário está sendo construído em torno da praça esportiva para modificar o trânsito e evitar congestionamentos na época dos jogos. A intervenção consiste na construção de dois viadutos de acesso direto ao edifício-garagem da arena e outras vias que serão criadas para o escoamento do tráfego.

Apesar dos pesares, o alargamento das ruas na região do entorno da Arena é algo elogiável. Na última visita feita a Salvador em janeiro, Jérôme Valcke foi questionado pelo GLOBOESPORTE.COM sobre como viu as intervenções urbanas feitas nas regiões do entorno do estádio – uma crítica sua na primeira visita à Bahia. O secretário geral da Fifa disse que tomou conhecimento da situação em uma reunião e destacou a importância de ter ruas mais largas.

Fui informado durante a exposição sobre essas obras e acho importante que tenham sido feitas ações de acessibilidade.
Na época, o governador da Bahia, Jaques Wagner, completou o comentário de Valcke destacando a integração entre o governo e entidade máxima do futebol.

Esse é um exemplo clássico de integração com a Fifa. Naquela ocasião, o secretário falou sobre isso. Nós fizemos intervenções e investimentos nas áreas do entorno do estádio. Isso é a integração entre quem está acostumado a fazer um evento desse porte, que é a Fifa, e nós, que estamos trabalhando para fazer uma grande Copa do Mundo.

A pouco mais de 90 dias de receber a sua primeira partida na Copa das Confederações, o que se vê é uma Bahia que ainda precisa entrar na rota certa para fazer os torcedores chegarem ao estádio com conforto e comodidade. O tempo é curto, por isso é preciso correr contra ele com mais ações do que promessas.

 

Por GLOBOESPORTES.com/BA

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