Pesquisas mostram que a administração do pó de feno grego em animais diabéticos diminui os níveis de glicose sanguínea e restaura parcialmente a atividade das enzimas do metabolismo de glicose e de gorduras.
(Foto: Nutrição e Saúde | Divugalção)A associação com o vanádio se mostrou ainda mais efetiva na redução da glicose. Por ter em sua composição as saponinas, que estimulam a produção de bile, melhora a digestão de gorduras e os níveis séricos lipídicos. Essa ação é muito importante, visto que a dislipidemia está diretamente relacionada ao aparecimento de doenças cardiovasculares.
Na diabetes há um aumento de radicais livres e queda nas enzimas antioxidantes, aumentando o estresse oxidativo podendo levar à peroxidação lipídica e glicação prejudicando o organismo. Estudos indicam que o tratamento com a insulina, vanedato e feno grego nesses pacientes aumentam os níveis das enzimas antioxidantes diminuindo o estresse oxidativo.
O feno grego deve ser indicado pelo médico e/ou nutricionista, pois altas doses podem gerar toxicidade ou alergias.
Por Joyce Rouvier | Equipe Nutrição & Boa Forma | Agência Estado


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