Planos estão entre os serviços que lideram as reclamações no Procon
Se você já sentiu aquela raiva ao tentar marcar uma consulta ou exame médico e não contar com o plano de saúde que lhe cobra caro, está na mesma situação que 79% dos usuários de convênio em São Paulo.
Este é o índice de pessoas insatisfeitas com seu plano, segundo pesquisa do Instituto Datafolha e a Associação Paulista de Medicina (APM). Assim, pelo menos 30% dos pacientes já recorreram ao Sistema Único de Saúde (SUS) ou ao atendimento particular. Foram ouvidas 861 pessoas que precisaram dos planos nos últimos dois anos.
Na Bahia, os planos de saúde não chegam a ser recordistas, mas estão entre os principais serviços que levam consumidores à Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA).
Somente no ano passado, 17 operadoras de planos de saúde – incluindo odontológicos – ficaram entre as empresas com maior número de queixas no órgão. As principais diziam respeito a problemas na cobertura e à negativa de atendimento. O Procon ainda não divulgou um balanço deste ano.
E se engana quem pensa que somente os pacientes estão insatisfeitos. Ontem, quando era festejado o Dia do Médico, a categoria aproveitou para se queixar. Para os médicos, a tendência é cair o número de profissionais credenciados por conta do desrespeito e dos problemas com os repasses.



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