O magnésio é um mineral muito importante visto que ele participa na ativação de inúmeras enzimas relacionadas ao metabolismo energético e proliferação celular.
Suas funções compreendem a ativação de aminoácidos, síntese de ácidos graxos, síntese protéica, fosforilação da glicose e seus metabólitos, formação de AMPc, transporte de íons potássio e cálcio e estabilização da estrutura do ATP e nos tecidos moles. Também é extretamente importante para o metabolismo de diversos minerais como o cálcio, zinco, potássio e ferro.
Ele tem um papel essencial no controle da excitabilidade cardíaca, do tônus vasomotor, da pressão sanguínea e transmissão neuromuscular. É necessário para a ativação da vitamina D e para uma secreção adequada de paratormônio. Sua absorção ocorre principalmente no íleo e colon. Suas melhores fontes são os vegetais folhosos seguidos por legumes, produtos marinhos, nozes, cereais e derivados do leite. Fitatos, fibras, álcool ou excesso de fosfato e cálcio diminuem a sua absorção, enquanto a lactose e outros carboidratos aumentam.
Sua deficiência normalmente está relacionada a distúrbios na absorção e/ou no aumento da excreção renal. Anorexia, náuseas, vômitos e fraquezas são sintomas típicos de sua deficiência. Sua depleção pode ocorrer em várias doenças como a diabetes, hipertensão, neuromusculares, síndrome de má absorção, renais, alcoolismo, entre outras. A ingestão excessiva de magnésio pode causar vômitos, hipotensão, bradicardia, sonolência e diarréia.
Por Equipe Nutrição & Boa Forma / Agência Estado



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