Existem quatro estágios do mal de Alzheimer, sendo o primeiro alterações na memória, personalidade e habilidades espaciais e visuais; o segundo com dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos; agitação e insônia; o terceiro com resistência à execução de tarefas diárias, incontinência urinária e fecal, dificuldade para comer, deficiência motora progressiva; e o quarto com restrição ao leito, mutismo, dor à deglutição, infecções intercorrentes.
(Foto: Vaner Casaes | Ag. A TARDE)Segundo uma das teorias levantadas pelos pesquisadores de Cambridge, amamentar priva o corpo do hormônio progesterona, para compensar os altos níveis de protesgerona produzido durante a gravidez. Ela é conhecida por dessensibilizar os receptores de estrogênios no cérebro e, o estrogênio tem um papel importante na proteção do cérebro contra o Alzheimer. Outra teoria se baseia no fato de que amamentar amplia a tolerância da mulher à glicose, ou seja, previne contra a resistência insulínica, uma das principais características do Alzheimer.
Segundo um estudo britânico publicado na revista científica “The Lancet”, a porcentagem de pessoas de 65 anos ou mais velhas que sofrem de Alzheimer baixou na Grã-Bretanha quase 25% em um período de 20 anos, passando de 8,3% para 6,5%. Enquanto não acham a cura, a prevenção é o melhor remédio.
Por Joyce Rouvier | Equipe Nutrição & Boa Forma | Agência Estado


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