Atração do FIB 2013, Gessinger fala sobre fãs, CD novo e expectativa para o evento

17/ago/2013 . 8:02


Atração da sexta-feira, 23 de agosto, da 9ª edição do Festival de Inverno Bahia, Humberto Gessinger volta ao evento depois de sete anos. Na primeira vez, veio como vocalista da banda Engenheiros do Hawaii. Agora em carreira solo, Gessinger traz para Vitória da Conquista um show com canções de todas as fases de sua carreira.

Em entrevista ao site oficial do FIB, Humberto Gessinger fala sobre CD novo, que vai ser lançado em agosto, o contato com os fãs através das redes sociais e a expectativa para o show no maior evento de música do interior do nordeste.

(Foto: Divulgação)

(Foto: Divulgação)

 

Festival de Inverno Bahia – Depois de tanto tempo de música, você se assume pela primeira vez em carreira solo. Quais são as características do Humberto solo, as mesmas do Humberto dos Engenheiros e da Pouca Vogal?

Humberto Gessinger – A essência é a mesma. Depois de 4 anos com o Pouca Vogal, volto ao baixo e ao formato power trio. É onde me sinto mais a vontade e foi como fiz a maior parte da história dos EngHaw. Resolvi assumir o nome solo pois não usei uma banda fixa no disco que gravei, convidei vários músicos que admiro, usei várias formações. Mas não houve ruptura na maneira como esvcrevo e toco, só amadurecimento.

FIB – Depois de 10 anos sem gravar um CD apenas com canções inéditas, vem aí Insular. Já tem uma data para lançamento? O que os fãs podem esperar desse CD?

HG – No final de agosto o disco estará disponível. Foi bom ter esperado todo este tempo. Fui muito rigoroso na escolha do repertório, na busca dos convidados, da formação certa para cada música. Tento não pensar com a cabeça dos fãs, se há expectativa por parte deles, também há de minha parte. Nesta estrada já longa, com 19 discos, aprendi que cada um deles tem sua maneira de chegar ao ouvinte. Acho que INSULAR está entre os discos mais misteriosos que gravei, cheio de detalhes, várias camadas, ligações entre as músicas, coisas que o pessoal vai descobrindo aos poucos. Não esperei dez anos para gravar um disco que ficasse velho em quinze minutos.

FIB – Você mantém uma comunicação constante com seus fãs através das redes sociais. Qual a importância desse diálogo? Essa relação tão próxima influencia também em suas composições, escolha de repertório?

HG – Tento fazer com que não influencie pois eu, como fã, não gostaria de influenciar meu ídolos, prefiro ser surpreendido a cada trabalho pelos artistas que curto. Mas é uma benção poder estar em contato com meu público sem a obrigação de passar pela midia mainstream, isso nos deixa mais próximos. Tenho muita sorte de ter um público antenado e generoso que se liga, acima de tudo, na música.

FIB – Pela segunda vez você se apresenta no Festival de Inverno Bahia. Agora como Humberto Gessinger. Quais as lembranças que você tem do evento?

HG – Foi em 2006, né? A tour do acústico MTV, um show lindo! Estes eventos com tradição, que se repetem no decorrer dos anos são fundamentais; eles pontuam nossa carreira, deixam pegadas na nossa caminhada.

FIB – A divulgação do seu nome como atração do FIB 2013 rendeu excelentes comentários na rede e no site oficial do evento. O público está numa expectativa enorme. O que você está preparando para seus fãs que vão curtir o show?

HG – Tenho recebido mensagens muito legais desde que se confirmou o show. Como o disco não terá chegado, só tocarei duas músicas novas. No mais, o repertório trará canções de todas as fases da minha carreira. Muitas canções dos EngHaw, alguma do Gessinger Trio e do Pouca Vogal. Eu estarei no baixo e nos teclados. Na bateria, Rafael Bisogno, que gravou o INSULAR e na guitarra, Luciano Granja, que me acompanhou nos EngHaw de 1996 a 2001. É um power trio, mas o show tem um momento acústico com acordeon, violão e percussão.

A tour tem sido maravilhosa, tenho certeza que, em Vitória da Conquista, faremos juntos – banda e público – uma grande noite.

 

Por Ascom/FIB 2013

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