Vitória volta a ser campeão baiano em decisão empolgante e recupera a hegemonia

O Vitória é campeão baiano de 2016. Num clássico pegado, o rubro-negro teve muita raça para sair da Arena Fonte Nova com o troféu Antônio Pena, ex-presidente da Catuense, entregue ao final pelo presidente da FBF, Ednaldo Rodrigues. É o 28º título na história do Leão e o 18º em 33 BA-Vis.
Nos últimos 11 campeonatos decididos no clássico, o Vitória somente não foi campeão nos anos de 2012 e 2014. Na Arena Fonte Nova é o primeiro título.
Como venceu o primeiro clássico por 2 x 0, no Barradão, o Vitória perdeu o deste domingo justamente pelo placar que lhe favorecia: 1 x 0, gol de Feijão no primeiro tempo.
Para retomar a hegemonia, o Vitória disputou 12 jogos, venceu 8, empatou 1 e perdeu 3. Marcou 22 gols (o segundo ataque mais positivo) e sofreu 7 (a defesa menos vazada). O artilheiro foi Diego Renan com 4 gols.
O técnico Vagner Mancini completou 123 jogos – incluindo amistosos – no comando da equipe: venceu 56, empatou 25 e perdeu 42. Foi seu segundo título pelo rubro-negro, tendo conquistado em 2008 em sua primeira passagem.
Jogo
Na decisão deste domingo, o Vitória entrou em campo com a vantagem porque derrotou o adversário no Barradão, dia 1º, no primeiro jogo da final. Com raça e muita determinação, o time rubro-negro não conseguiu na etapa inicial repetir seu futebol e sofreu um gol em um lance de pura sorte do rival.
No lance, Amaral tentou afastar a bola da área, que pegou na perna de Feijão e enganou o goleiro Caique.
O segundo tempo foi diferente. O Vitória jogou e, conseqüentemente, criou oportunidades de pelo menos empatar o clássico. Quis o destino, porém, que o título fosse ganho com a derrota, o que pouco importa.
A torcida, espremida em um canto do estádio, vibrou intensamente com o título e ficou até o presidente da FBF, Ednaldo Rodrigues, entregar ao capitão Diego Renan o troféu Antônio Pena, que orgulhosamente entra para a galeria rubro-negra.
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EC Vitória










