Técnico do Vitória reúne jogadores e proíbe euforia

Mancini não quer “ôba-ôba” dos jogadores
O primeiro na “puxar a fila” da torcida do Vitória foi o próprio técnico Vagner Mancini, pedindo 40 mil Rubro-negros na festa de sábado à tarde na Arena Fonte Nova. Mas em casa, no CT da Toca do Leão, a conversa do treinador é bem diferente com seus jogadores, proibindo qualquer manifestação do tradicional “ôba-ôba”, ou do “já subimos nêgo”, durante os trabalhos para o jogo contra o Luverdense pela 37ª Rodada da Série B.
Ordem dada é ordem cumprida no CT da Toca do Leão. O lateral-esquerdo Diego Renan, um dos principais jogadores do Vitória nesta campanha, acompanha o técnico Mancini, e pede tranquilidade para que o time mantenha o trabalho que tem sido feito ao longo da temporada.
“Manter o que a gente tem feito. Ter tranquilidade nos jogos. Existe a pressão, a cobrança pelo acesso. Mas sabemos que fizemos um campeonato muito bom, a equipe na temporada, num momento difícil. Com trabalho, com seriedade, conseguimos reverter. Ficamos boa parte do campeonato na parte de cima, se mantendo no G-4. Tem que ter tranquilidade para terminar o campeonato vencendo”, disse o lateral Diego Renan.
O comportamento do treinador não se resume nas palavras e preleções aos seus jogadores. Com clima de decisão de título, literalmente o Vitória se fechou nos trabalhos da semana, escondendo os planos de Mancini para o jogo contra o Luverdense. O zagueiro Ramon, que sentiu dores durante o aquecimento no último sábado, e o lateral-direito Diogo Mateus, que foi vetado após o último treino antes do jogo, estão em fase de transição para os trabalhos em campo. O lateral-esquerdo Euller, que se machucou contra o Ceará, está vetado.
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Por Tribuna da Bahia










