Palmeiras pede paciência por jejum em casa: “vamos ganhar”

“Não é um problema de estratégia. Não ganhamos até agora, mas vamos ganhar. São fatos que daqui a pouco vão mudar.” É nessa declaração de Oswaldo de Oliveira que o palmeirense se apega para finalizar o mais rápido possível o jejum de vitórias no Allianz Parque pelo Campeonato Brasileiro.
O time ganhou em seu estádio pela última vez na competição em maio de 2010 e, após mais de quatro anos com a arena em reforma, sofre para somar três pontos como mandante. Após ficar no 1 a 1 com o Inter ontem (04), a convicção é de que pouco precisa mudar para que o resultado, enfim, apareça.

Palmeiras e Internacional ficaram no empate por 1 a 1 no Allianz Parque (Foto: Marcos Bezerra / Futura Press)
“Entramos em campo sem levar esse peso de jogar em casa. Preferimos jogar em casa, com o apoio da torcida, não há influência negativa ou pressão. A vitória virá na hora certa e trabalhamos para isso”, falou Jackson. “Estamos jogando da mesma maneira, dentro ou fora de casa, buscando o resultado o tempo todo. Só que tomamos o gol em uma infelicidade nossa”, prosseguiu o zagueiro.
A bola que Fernando Prass espalmou em cima de Rafael Moura no gol do Inter, nesta quinta-feira, é a última desculpa para os resultados ruins. Nesta edição do Brasileiro, além da igualdade com o time misto colorado, o Palmeiras também empatou com os reservas do Atlético-MG e perdeu do Goiás. Só venceu uma vez, no último domingo, batendo o Corinthians em Itaquera.
Não à toa, alguns torcedores voltaram a vaiar o Palmeiras. Mas o público sempre tem sido bom e, como todos no time admitem, feito bem a sua parte durante as partidas. Ninguém acredita, porém, que falte qualidade dentro de campo.
“Já falei várias vezes sobre a torcida e acho que ela está maravilhosa, mas não é o melhor jogador, não. Nós temos jogadores jogando muito bem, a torcida está fazendo a parte dela. Quando perdemos o jogo para o Goiás, eles não tiveram tanta paciência. Mas a nossa sensação é de que vão continuar dando força até o fim”, apostou Oswaldo, que já sofreu pressão das arquibancadas diversas vezes nos últimos jogos.
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Por Terra










